Sai uma dose de escrita criativa para a mesa 5, fáchavor

De facto, não me parece que existam soluções milagrosas ou infalíveis para se escrever mais ou de forma mais inspiradora que outras.

Sai uma dose de escrita criativa para a mesa 5, fáchavor

A escrita criativa pode ajudar-nos a melhorar uma apresentação, a transmitir melhor a nossa mensagem e a criar conteúdos que envolvem que nos ouve ou lê.

É cada vez mais comum abordar-se o tema da escrita criativa – bolas, está na moda até. Mas tendências à parte, de facto o storytelling ganha terreno no meio profissional e devemos usá-lo a nossa favor.

A escrita criativa pode ajudar-nos a melhorar uma apresentação, a transmitir melhor a nossa mensagem e a criar conteúdos que envolvem que nos ouve ou lê.

Mas nem sempre é simples abraçar estas técnicas para escrever de forma inspirada. Aliás, segundo o grego antigo são os bons génios (eudaimonia) quem nos habitam e trazem inspiração, deixando-nos à mercê da sua vontade de aparecer ou não… e nós temos horários para cumprir!

De facto, não me parece que existam soluções milagrosas ou infalíveis para se escrever mais ou de forma mais inspiradora que outras, mas pela minha experiência e algumas leituras posso dar-te alguns conselhos para que a escrita criativa flua mais facilmente.

Três dicas

  1. Escolhe um assunto de que gostes. Torna-se mais simples refletir e falar de um tema que nos seja querido e, no ambiente profissional, a regra não é diferente. O foco deve estar em temas que nos interessam, nos intrigam ou sobre os quais temos algum conhecimento de causa. A partir dessa ideia, consegues facilmente construir conteúdo.
  2. Lê. Lê muito! Porque os livros, revistas e artigos abrem mundos fora e dentro de cada um de nós, assim como os estilos de escrita e tipos de narrativa conseguem trazer inspiração para escrevermos segundo aquele com que mais nos identificamos ou que melhor se adapta ao contexto.
  3. Usa histórias pessoais. Todos temos histórias para contar e que podem até ser adaptadas ao meio profissional porque, no final, nos ensinam algo útil. É fácil lembrares-te e contares algo que te aconteceu ou a alguém próximo de ti. A escrita criativa, ficcionada ou não, pode e deve fazer uso destas experiências, que envolvem quem está do outro lado e se revê no que contamos.

Agora é pôr as mãos na massa, praticar e criar o hábito de escrever. Verás que, uma vez iniciado este processo de escrita criativa, as ideias fluirão de forma mais regular e será cada vez mais prazeroso escrever.

 

 

Quem é a Joana Cidades? 

“De muitas palavras e muita ação, as ideias são mais do que a energia para as concretizar a todas. A raça favorita de cães pequenos são gatos, a comunicação sempre fez parte da sua vida, trabalha em Marketing, lê e fala pelos cotovelos e diz que um dia lança um livro.”

Acompanhem a Joana no seu blog, coisas da tua terra.