Twitter: um nicho (e um ninho) com nichos lá dentro

a comunidade do #twitterchatpt foi unânime no que respeita aos TO DON'T: não alimentar os trolls é regra de ouro. nos TO DO recomenda-se a autenticidade e a interacção, a humanização do discurso, bem como a verificação das fontes e do conteúdo que estás a partilhar.

a relevância, o contexto, o lado informativo e o lado humano, bem como o humor e a clareza - estas foram algumas das características que podemos encontrar num bom tweet. e sim, também sabemos que há aqueles tweets que estão para lá do bem e do mal, não sabemos? 

durante o mês de Dezembro de 2019 comemorámos o primeiro aniversário do #twitterchatpt com duas edições abertas à comunidade. foi em torno do twitter que a conversa girou.

no dia 5 de Dezembro o tema foi voar na rede do passarinho Larry: como tirar partido do Twitter. e a comunidade respondeu ao apelo, participando com sugestões bastante relevantes para quem é novo na rede ou para quem está a perceber o que pode “levar daqui”.

 

 

fazer a diferença, um tweet de cada vez

 

 

a relevância, o contexto, o lado informativo e o lado humano, bem como o humor e a clareza – estas foram algumas das características que podemos encontrar num bom tweet. e sim, também sabemos que há aqueles tweets que estão para lá do bem e do mal, não sabemos?

 

a P1 perguntava pelos elementos básicos para ter uma forte presença no twitter. esta é uma pergunta cujas respostas procuro passar nas minhas formações relacionadas com a rede social do passarinho Larry.

um dos passos mais negligenciados é mesmo o perfil:

a VOSTPT reforçou a importância do nosso perfil; já  a Sofia sublinhou a importância da interacção:

Além de publicar tweets, interagir com os outros. Acima de tudo a interacção faz o Twitter.

na P3, ao perguntar “quais são os elementos que habitualmente esquecemos quando estamos a criar a conta no twitter?” somos obrigados a voltar à importância do nosso perfil, nomeadamente da bio, que ou fica por preencher ou é mal gerida. um erro comum passa por não ter na bio a # da nossa marca (ou personal branding). colocar uma # genérica como #socialmedia não diz muito. mas se estiveres ligado a um projecto como o #twitterchatpt, sim, deves dar ênfase a essa #.

outro erro: ter um handle difícil de escrever ou memorizar. o meu é péssimo pois tem um S de Silva que ninguém conhece. é bom “perder” tempo com a escolha do handle e tentar uniformizar nas várias redes.

ainda sobre a P3, a União de Freguesias de Alenquer alertou para um outro erro comum:

 

que história deve contar o nosso perfil?

a pergunta P2 fala de história e do nosso perfil. este é um dos pontos de contacto fortes para quem nos conhece através desta rede social:

o nosso perfil deve dizer o que estamos aqui a fazer, o que nos traz ao twitter e que valor podemos acrescentar à comunidade. em suma: justificar o follow por parte de quem “tropeça” no nosso handle. muitas vezes este “tropeção” tem o seu momento zero num tweet ou retweet que passa na timeline de quem ainda não nos conhece.

o mais bonito deste #twitterchatpt é que teve efeitos imediatos na revisão do perfil da Sónia Costa, por exemplo:

 

 

como marcar a diferença?

o que é que podes fazer para que o teu perfil (pessoal ou de marca) sobressaia no meio de tantos outros?, perguntava a P4. e as respostas não se fizeram esperar:

“originalidade e criatividade nas mensagens” e “acrescentar valor. aqui faz-se parte da comunidade, e ou se pertence e se constrói, ou não se está a fazer muito”, bem como a gestão dos conflitos foram alguns dos pontos referidos pelos participantes deste #twitterchatpt. a Elsa Fernandes acrescentou ainda:

Ser regular, empático e estar disponível para interagir e conversar com os outros. É um pouco como nas conversas no dia a dia: ninguém gosta de conversar com quem só quer falar e nunca está disponível para ouvir.

 

a P5 trazia consigo a curiosidade em saber quais são os segredos mais bem escondidos do twitter:

há outros segredos, como o twitter media studio. não conhecem? a Madalyn Sklar já fez alguns tweets sobre o assunto e também um artigo no seu blog. tomem nota: Using the Lesser-Known Twitter Media Studio to Improve Your Video Marketing.

 

e medir? sim, afinal como saber o que resulta?

a ferramenta de analytics que o twitter nos dá é bastante útil e permite-nos perceber como é que o contexto, a quantidade de tweets e o tom de voz estão (ou não) a surtir efeito. é bom visitá-la de vez em quando, tirar umas notas, tendo sempre em mente o que nos traz aqui.

 

além dos elementos quantitativos, há também os qualitativos: que conversas geraram um contacto que, por sua vez, gerou uma parceria ou trabalho? quem já te ajudou com uma dúvida (existencial ou não)?

e tu, já ajudaste alguém respondendo a uma pergunta no twitter? e já foste ajudado?

 

TO DO e TO DON’T

a comunidade do #twitterchatpt foi unânime no que respeita aos TO DON’T: não alimentar os trolls é regra de ouro. nos TO DO recomenda-se a autenticidade e a interacção, a humanização do discurso, bem como a verificação das fontes e do conteúdo que estás a partilhar.

Ouve, sabe ouvir, respeita. Nem sempre a nossa opinião é válida ou a mais correta. Cuidado com a partilha de notícias cuja natureza não está validada em autenticidade e sê tu mesmo.

 

estas regras são válidas para qualquer presença em social media. e, arrisco aqui a dizer: são válidas para a vida:

 

estas são as minhas regras de ouro: cumpri-las é uma tarefa diária. afinal, somos humanos. demasiado humanos!

 

espero por ti no próximo #twitterchatpt: para saber quando acontece, quem é o convidado e qual o tema, basta seguir a # na rede do passarinho Larry. conto contigo?